O clima nos bastidores da Copa Libertadores da América segue tenso após a definição dos finalistas. O presidente do Estudiantes de La Plata, o lendário Juan Sebastián Verón, veio a público para tranquilizar a torcida e rebater as investidas jurídicas do Flamengo, que busca nos tribunais uma reviravolta após ter sido eliminado pelo clube argentino nas semifinais, em pleno Maracanã.
A polêmica envolvendo Marcos Rojo
O centro da disputa gira em torno da inscrição do zagueiro Marcos Rojo. O atleta, que se transferiu do Racing para o Estudiantes, foi incluído na lista da competição após o fechamento da janela de transferências na Argentina, ocorrido em 2 de setembro. O clube de La Plata solicitou a substituição de um jogador lesionado em 9 de outubro, o que gerou o questionamento por parte dos cariocas.
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O Flamengo alega que houve violação do regulamento e, com base no artigo 19, pleiteia a vitória por 3 a 0 na partida, o que lhe garantiria a classificação para a final contra o Palmeiras. Em nota oficial, o Rubro-Negro esclareceu que não iniciou o processo por conta própria, mas que foi incluído na disputa pelo próprio Estudiantes junto ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS).
A defesa do Estudiantes
Verón mantém uma postura de absoluta confiança. Segundo o dirigente, o clube se cercou de todas as garantias legais antes de utilizar o defensor. O ex-jogador enfatizou que a participação de Rojo foi autorizada pelo CAS, o que, na visão da diretoria argentina, blinda a equipe de qualquer punição que possa comprometer sua presença na grande final.
"O importante é que ele foi habilitado pelo CAS. E sobre o que se defina para frente, nós não corremos riscos de não jogar a final", afirmou Verón em declarações recentes.
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O Estudiantes, que tem se destacado no cenário sul-americano não apenas pelo desempenho esportivo, mas também por sua gestão inovadora sob o modelo de SAF, segue focado na preparação para o confronto decisivo. Enquanto o departamento jurídico do Flamengo aguarda uma definição da Conmebol, o time de La Plata ignora as especulações externas e mantém o planejamento para o duelo contra o Palmeiras, reafirmando que a vaga conquistada nos pênaltis dentro das quatro linhas é legítima e definitiva.




